Nossas vidas em 30 anos. E é tudo culpa da tecnologia.

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Os futurólogos da tecnologia estão muito, mas MUITO à frente de nós, que somos meros mortais. Eles sabem como será a sua vida e a minha no futuro: como comeremos, como dirigiremos nossos carros, como escolheremos nossa roupa do dia e como diagnosticaremos doenças. Muito disso já está acontecendo nos super laboratórios tecnológicos por aí e as infos fornecidas à nós até então resultam em uma mistura de ansiedade, excitação e medo.

Pense que hoje, você precisa de um smartphone para fazer praticamente qualquer coisa que a internet e a telefonia podem te oferecer. Mas você ainda precisa parar, olhar, teclar e fazer uma coisa de cada vez. E ainda corre o risco de ser roubado ou de derrubar seu aparelho no meio da rua com um carro infeliz passando por cima (já vi acontecer). Mas isso é agora. Em 30 anos, segundo “ o que nos falam”, tudo de que precisar estará ao alcance da sua voz, do painel de seu carro, do espelho do banheiro, da sua geladeira.

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Tudo será interligado e terá suas informações. Suas roupas serão inteligentes, você não terá um controle remoto para controlar sua TV (sem tela) e você irá trocar uma ideia com o seu carro para discutir uma rota (sem precisar dirigir, é claro).

Privacidade será basicamente um luxo, para poucos, e se você quiser fugir e se isolar em uma ilha deserta, não será muito difícil te encontrar.

Pensei em tudo isso depois de ler uma série de matérias e entrevistas da Folha de São Paulo, que fala sobre previsões tecnológicas. É tudo muito legal, inovador e curioso mas duvido que a legislação e as próprias pessoas estejam realmente preparadas para todas essas mudanças.

Abaixo um vídeo interessante sobre um espelho interativo que em pouco tempo todo mundo vai ter em casa. E isso é somente um exemplo.

Espelho interativo 

E você? O que pensa sobre nosso futuro com toda essa tecnologia?

por @alexandraoliver

Alexandra Oliveira

Marketeira Digital especializada em Mídia. Professora da Pós-Gradução em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais do Senac. De Curitiba, mas morando na ilha de Floripa porque a vida é melhor na praia! Acredito que produtos e serviços precisam trazer algo de valor para a comunidade e é por isso que hoje foco em ajudar pequenos empresários.

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